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21 de setembro de 2017

O QUE VOCÊ ACHA DE PESSOAS QUE TEM PEÇAS IGUAIS A SUA?

As vezes eu fico reparando na quantidade de peças que eu tenho parecida com a minha mãe, irmã e principalmente amigas. É que, ou a gente tem o mesmo gosto [que as vezes até pode ser] ou compramos apenas por moda ou pelo preço em conta. 

Mas o que acontece mesmo é que quase ninguém sabe lidar com esse tipo de situação: de ter alguém muito próximo a você que tem as mesmas peças que você, ou que se inspira em você pra usar ou que veste no mesmo ambiente em que você estar.

E daí eu te pergunto, o que você acha disso?



foto mais antiga que minha vó, mas apenas para relatar. 

Eu normalmente sempre me dou bem com essas situações [vide foto], mas nem todo mundo sabe, não é mesmo?! Quantas pessoas você deve conhecer que já desejou enfiar a cara num buraco em uma situação onde se deparou com alguém com a mesma peça que ela? Ou que ficou irritada quando o outro comprou algo que você já tinha? 

Essas situações são bem corriqueiras, é que como eu já abordei por aqui em outros posts. Os estilos têm sido unificados; a maioria tem usado aquilo que está em alta e sendo assim, a probabilidade de você ter uma peça igual ou parecida com a da sua vizinha é bem grande. 

Mas como lidar com esses tipos de situações? O segredo é pensar que é apenas uma peça e que a pessoa em si não está com você 24hs, ou seja, nem sempre vocês vão usar a roupa no mesmo lugar. Ou melhor, pensa que se alguém muito próximo a você comprou é porque tem bom gosto que nem você.

Eu nunca liguei muito de me vestir igual a outra pessoa [e isso é desde que eu era criança]. Sempre procurei sair com as miga tudo meio que igual, as vezes a gente combinava roupa e tudo. Por um lado poderia ser falta de personalidade, mas por outro é porque eu gostava disso. E isso as vezes é assim até hoje. 

É claro que hoje em dia, a tendência de combinar lookito é bem mais difícil, mas acho que as miga também nem ligam mais, a gente acha bom, engraçado, mega divertido e ainda tira foto pra registrar o achado em dose dupla [nem todas são assim, hahahaha, mas a gente sempre dá um jeito].

O fato é, pensa que as peças estão nas lojas para serem vendidas e consumidas por nós e que a gente é quem faz a forma de usar ela. então joga aquele borogodó nas peças e manda ver nos looks cool que tu mais sabe.

Mas Camis, e se eu der de cara com alguém usando a mesma peça num evento, o que faço? miga, cumprimenta, elogia, manda abraço, beija, tira foto. Se tu tem bom gosto e a pessoa tá com a peça igual a sua ...

É bom gosto duplo, triplo, quadruplo na certa

24 de agosto de 2017

QUEM É VOCÊ DE VERDADE?

Vira e mexe rola aquela crise existencial do “quem sou eu”; - pelo menos é assim comigo!

Analiso toda a minha vida, e acredito que, somos quem somos por vários fatores (educação, religião, cultura e etc). E a partir disso, conforme o tempo vai passando, vamos construindo nossas próprias crenças, convicções e uma série de outras coisas. No fim das contas é isso o que nos torna tão únicos. Só que, até que ponto somos quem escolhemos ser?

No Facebook, a maior parte são pessoas que discutem o tempo todo, sobre qualquer coisa. Afinal, o importante é polemizar! Mas com qual intenção? Só ter o título de cara mais treteiro da internet ou simplesmente conscientização? Vejo uma geração que se intitula empoderada mais por estereótipos do que pela causa em si. Vejo uma galera que pede respeito mas que vive dando patada no coleguinha só porque o ponto de vista dele é diferente.

Já no Twitter, a galera é mais cool e não liga pra nada ~eles dizem~. Você diz o que pensa em 140 caracteres e ninguém se mete nos seus pensamentos. Enquanto isso, no Instagram, a gente edita a nossa vida do jeito mais bonito e mostra ao mundo o quanto vivemos bem e somos felizes. Mas cara, será que somos mesmo?

Sabe, não tenho nada contra a internet ~inclusive, trabalho com ela~ mas acho que ela acaba mais afastando pessoas do que unindo. São pessoas que vão acreditar que você é feliz só porque te viram sorrindo em cinco selfies consecutivas. Estar sorrindo não é demonstração de felicidade.

Muitas vezes, deixamos de aproveitar momentos com pessoas que amamos porque as notificações são mais importantes ou porque você precisa mostrar ao mundo onde, com quem e o que está fazendo, ouvindo, assistindo, comendo e etc.

Quero te fazer refletir sobre a real essência do compartilhamento. Porque ultimamente, temos deixado a vida nos levar no piloto automático.

Na quinta série era tudo tão mais fácil, a gente ligava pros nossos amigos, juntávamos pra ver um filme ou comer uma pizza, ou simplesmente, só pra bater perna em qualquer lugar. Sabe a alegria de dividir um momento com alguém? Então, é disso que eu tô falando! Ok, eu sei que depois que a gente cresce tudo fica muito corrido, mas é tão bom ter contato de verdade... é tão bom abraçar, conversar, gargalhar, falar besteiras... é tão bom se sentir vivo!

O mundo já está pesado demais pra gente só existir.

Vamos viver um pouquinho!

Texto da colaboradora : Débora Menezes.


Bjks.


8 de agosto de 2017

VIDA SOCIAL X VIDA VIRTUAL.

foto de 2015, de um ensaio em que fui modelo para uma amiga. 

O papo agora é bem íntimo, é que esse tema já vem martelando na minha cabeça há dias, se não meses e eu preciso falar sobre. 

Eu sei que a tecnologia como um todo veio para facilitar a nossa vida de todas as formas: agora dá pra pagar conta através do internet banking; dá pra papear com amigos que estão a metros ou quilômetros de distância de você sem gastar fortunas de dinheiro; dá pra fazer pequenas manutenções do computador sem sair de casa; dá pra consumir cama-mesa-banho-roupas online, dá pra comprar até eletrodoméstico no e-commerce; dá pra aprender receitas de culinárias, receitas de sobrevivência e de quebra você ainda pega umas dicas de como se maquiar.

É tanta informação que o cérebro recebe que fica até difícil de conseguir armazenar isso tudo, no fim das contas a gente acaba apenas lembrando daquilo que de fato vai fazer e usar.

Mas o que anda me preocupando é a forma que estamos vivendo a vida online e como deixamos de viver a vida fora dela, das redes sociais.

Frequentemente pego transporte público e na maioria das vezes opto por ler *mesmo que seja um pdf* do que estar online nas mídias sociais, faço uma pequena contagem a minha volta e percebo que mais da metade das pessoas que me cercam estão conectadas e concentradas em seus smartphones, mas nem se quer viu quem sentou do seu lado.

É certeiro de que não conseguimos mais estar entre amigos sem nos conectar ao telefone, sem querer registrar o momento para postar em alguma das mídias ~ essa eu posso dizer por mim, mas tenho procurado minimizar ~, os encontros entre amigos não saem dos convites do facebook ou dos grupos do whatsapp, se alguém interrompe seu momento de conversar com o crush ou de ficar passando storie por storie você já fica irritado, se demoram pra responder a sua mensagem você já quer reclamar, depois que o tio google evoluiu todo mundo tem opinião pronta a respeito de qualquer coisa.  

Só sei que tenho saudades de sentar na calçada com os amigos até cair de sono e não aguentar mais conversar e contar sobre a semana e os planos pra vida; de poder telefonar pra dizer que sinto saudades; de olhar nos olhos e perceber o momento pelo o qual a pessoa está passando; de marcar um compromisso e comparecer; de olhar as pessoas olho no olho; de trocar bilhetes ou cartas; de fazer novas amizades nos transportes ou de jogar conversa fiada; de rir até a barriga doer.  E sinceramente, é com poucos amigos que ainda consigo fazer isso porque sem perceber nos tornamos prisioneiros da internet.

Ainda que a internet seja eficiente, unindo pessoas, juntando amigos, criando networking, ajudando na divulgação de trabalhos e na criação de novas áreas, a mesma também desfaz,  exacerbação de seguidores, a quantidade de amigos desconhecidos te dando like, os comentários com duplo sentido, são causas disso.

Dá pra contar nos dedos sim as pessoas que conseguem lidar com esse momento tecnológico que estamos vivendo e se não nos cuidarmos, podemos nos tornar seres ainda piores, já que a tendência é de a internet se tornar o maior meio de comunicação.

Estamos ausentes de amigos, não tratamos mais com o mesmo carinho e zelo de antes, deixamos de ser empáticos e principalmente simpáticos, paramos de perceber a aflição no olhar pra esperar uma publicação e ler nas entrelinhas o que aquela pessoa está passando. Nos tornamos doentes mentalmente por querer viver apenas atrás de uma tela que brilha e ainda faz mal aos olhos.

Então se ter uma vida mais real te interessa, viva mais a vida off, ela também é boa, tenho experimentado e vale a pena. Que você consiga sorrir e se preocupar mais com as pessoas que estão do seu lado e não com quem está no topo do seu messenger ou do whatsapp. Considere viver mais com aqueles que se achegam querendo estar perto de você.

E lembre-se não é deixar de desfrutar da praticidade que a internet trouxe, mas sim saber viver com equilíbrio.

Bjks. 

24 de julho de 2017

A GENTE PRECISA PARAR DE PROCRASTINAR NOSSOS SONHOS.



Desde muito novos somos ensinados a pensar no amanhã, a traçar planos pra vida, sonhar com a faculdade que deseja cursar, ensinados a poupar o dinheiro que ganhamos e concretizar as metas que almejamos. Passamos a idealizar um EU forte, cheio de maturidade, compromissos e que todo dia tenta ser fiel a si mesmo. Mas o que acontece é que passado alguns anos, após planejar e trabalhar todo esse desejo humano para se fazer estável à sociedade, podemos nos deparar com alguém que não conseguiu realizar nem metade da lista que fica no fundo do armário, durante todos esses anos. É então que o sentimento de fracasso chega.

Ficamos nos perguntando “aonde foi que erramos” e em que momento as decepções se tornaram protagonistas para nos deixar tão paralisadas. No fundo não sabemos sobreviver a turbulência dos acontecidos e das não realizações e foi assim que tudo começou a não rodar.

Agora são muitos os sentimentos emaranhados, misturados e disputando a culpa do fracasso. E quando tudo dá errado, a gente visualiza erros, a vontade é de poder começar tudo de novo, lá, desde que nascemos, mas claro, com o conhecimento que temos agora. Depois de tanto cair e levantar. Só que a esse passo, já nada mais é possível. O que resta é um pequeno jogo de cintura para nos remexer onde der e melhorar o que dá. Mas onde a gente pode encontrar forças? Porque a gente tinha e até as reservas foram gastas em planejar algo que nem saiu do papel. Algo que somos mais cobrados por nós mesmos do que pelos outros.

E mesmo depois de desejar e não ter nada realizado, mas perceber o que estava de errado. Viver já não tem sido uma das tarefas mais fáceis, o peso de existir bate as portas sem cautela, é que realinhar os trilhos se torna uma tarefa mais árdua e que não pode ser procrastinada.

Por isso, gostaria de te encorajar na busca da realização de seus projetos, e mais, na realização dos seus sonhos. Qualquer sonho! Porque às vezes, o que é grandioso para você pode ser mínimo para outro alguém. Mas o sonho (ou projeto) é só seu. Não permita que alguém determine o valor dos seus sonhos, dos seus projetos e muito menos da sua vida. O tempo está aí e ele precisa ser respeitado, respeite o seu tempo.

Cada pessoa é um mundo, me entende? E vai por mim, você é incrível do jeito que é. Força aí, viu!?


Bjks.

Texto em parceria com : Débora Menezes

3 de julho de 2017

CURSANDO LIBRAS

Quando criança eu tive um breve contato com a Língua Brasileira de Sinais, mais conhecida por LIBRAS, uma língua no qual os deficientes auditivos utilizam para se comunicarem entre si, e com ouvintes. O contato foi tão pouco que de fato perdi assim que cresci, nem lembro na real quando foi o meu último contato com a língua. Só sei que depois de ser parada por surdos pedindo informação na rua e não saber como ajudá-lo e não conseguir se comunicar com alguns deficientes auditivos em uma empresa que trabalhava, meu coração ganhou uma motivação para estudar.


A LIBRAS é algo que me encanta, apesar de ser difícil, assim como aprender qualquer outra língua, a diferença é que essa a gente utiliza a configuração de mãos [desenhos  nas mãos, no qual são feitos os sinais de acordo com ponto de articulação].

Mas ao contrário do que muita gente pensa, a LIBRAS não é uma medida pra aliviar a comunicação dos deficientes auditivos, mas é uma língua natural como qualquer outra, ela possui estruturas sintáticas, semânticas, morfológicas e etc. A diferença da LIBRAS para as outras é o uso das mãos como o meio principal para emitir as mensagens.

E ao contrario do que pensam, a gente não aprende de imediato o alfabeto, mas sim os parâmetros que compõem a língua, como: configuração de mãos, a orientação, a movimentação em relação ao corpo e claro, não menos importante, a expressão facial. Nosso rosto precisa mudar a expressão de forma automática ao expressar algo afirmativo, negativo ou até mesmo interrogativo.

Algo que também é bem diferente da nossa língua, é que na LIBRAS não há conjugação de verbos, eles são sempre usados no infinito (AR, ER, IR – lembram?). Não há finalizações de gênero em pronomes, no caso de: ele, ela, dele, dela – e essas palavras escritas são finalizadas com um ‘@’.

Depois de aprendermos algumas dessas questões importantes da língua, aprendemos o alfabeto, os numerais, cores, profissões, materiais escolares, animais, alimentação e afins. Cada aula é uma nova descoberta, um novo encanto.

Ah, um detalhe. O nome próprio não tem sinal correspondente, o que há é que cada pessoa possui seu próprio sinal, dado por um surdo ou com a ajuda de pessoas do meio, no caso da turma em que estou, cada aluno teve o sinal escolhido pela turma e professor. Como o meu sinal é em movimento, coloquei um vídeo abaixo mostrando como é, a configuração de mão é em formato da letra C fazendo movimento de cima pra baixo abrindo e fechando a mão, como se estivesse apertando algo.

meu sinal em libras 

Nossas avaliações são bem dinâmicas, temos aquela nota ‘mara’ pelas participações nas aulas, oralidade expressiva no dia da prova e uma prova escrita que é feita através de um vídeo auxiliar. Vídeos e imagens são os materiais que compõem as aulas.

Como sei que algumas pessoas se interessam pelo curso e tem a curiosidade de saber como consegui uma vaga no INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos no Rio de Janeiro. Eis que lhe digo, conheci o instituto por uma amiga, que me informou que as vagas são fornecidas através de um sorteio, claro, depois de você ter se inscrito no site.

Minha turma é 2017.1 e confesso que eu não imaginava que iria conseguir passar, mas passei e tenho procurado valorizar essa conquista de 2017. Eram 25 vagas para mais de 200 inscritos e fiquei na posição 18. Então se você deseja cursar LIBRAS não desista, uma hora você conseguirá. 😃

Assim que abrir as inscrições para a próxima turma eu aviso aqui e nas minhas redes sociais. Já sabe, começa a seguir e ficar de olho.

Espero que esse post tenha esclarecido suas possíveis duvidas a respeito da LIBRAS [lembrando que ainda estou no primeiro período] e claro despertado sua vontade de conhecer mais e até cursar.

E se você ainda tiver alguma duvida não se limite, deixa nos comentários que procurarei lhe esclarecer.

Bjks. 😉


26 de junho de 2017

VOCÊ NÃO PRECISA COMPRAR TUDO

Que fazer compras é bom à gente já sabe, mas quando comprar algo que você queria muito, por menos da metade do preço que valia é melhor ainda.
  
 (ultimo item comprado com direito a desconto de aniversariante)

Eu sei que o preço de um produto tem os custos de produção até chegar às lojas. Mas a gente também sabe que tem muito produto que não vale nem a metade do preço que custa.

E acrescento ainda mais, mesmo que estejamos em período de liquidação, comprar além do que você precisa é besteira. É claro que nem todo mundo faz uma wishlist nessa vida, colocando em escala de prioridade, desde o que precisa mais até o que é menos importante.

Então como definir ou criar uma lista que pode te auxiliar na hora de garimpar aquelas peças que você namora há um tempo?

Bem, algo que eu gosto muito de fazer e que na maioria das vezes dá certo, é:

1- tire um dia para organizar o armário e avaliar as peças que você já tem; faça aquela limpa, isso já ajuda e muito. 
2- depois de avaliar o armário anote as peças que você reparou que não tem e que seria um importante e versátil para compor looks bacanas. 
3- crie uma pastinha de referências, tanto uma com o que você deseja (foto sai melhor que lista, fica melhor de visualizar) e outra pasta com looks composto pelas peças que você deseja comprar.

O tempo de liquidações são tentadores, mas ainda assim você não precisa sair comprado tudo o que vê nas lojas.

Antes de comprar umas coisas que já estava querendo, coloquei na balança e anotei mesmo que na mente algumas das coisas que queria comprar nessa temporada de liqui, as peças foram: 1- vestido (só estou com 1 ou 2 que ainda cabem em mim). 2- acessórios (porque tenho pouquíssimos e são eles que modificam a cara do look). 3- sapatos (sempre cabe mais um, mas os três últimos que garimpei, tirando um que foi presente, era algo que eu já tinha planejado e até mesmo precisava). 4- makes porque eu estava sem alguns itens.

Ok que algumas das justificativas para obter algumas peças são ‘ladainha’ como diria minha vó, mas a gente sabe que compra planejada sai melhor que encomenda e depois, a gente não fica enrolada pra pagar.

Eu poderia não ter comprado mais um sapato? Poderia, mas se eu pensar na versatilidade e no preço que ele foi pago, valeu a pena.

No ato da compra dar vontade de pegar tudo o que está remarcado? Óbvio que sim, mas se a gente parar pra pensar, não usamos nem metade do que já temos no armário, então pra quê comprar mais?!

Se você precisa comprar nessa sale, aposte em peças atemporais, clássicas, neutras, versáteis e / ou de preferência, que combine com você. Porque apostar em tendências, apenas porque está na moda é um dos piores erros que podemos cometer. Por isso a tecla do ‘você não precisa comprar tudo o que está em liqui’ continua funcionando há muito tempo. Tem gente que espera essa época pra fazer aquela compra, mas no fundo não vai usar o que comprou, apenas gastou money.

Por isso eu acredito que você pode se vestir bem e de forma menos custosa, mas seja cauteloso e consciente em suas escolhas, para não se arrepender depois. 😉

Dê critérios as peças, avalie a versatilidade [é um ponto crucial na escolha de uma peça], o custo x benefício, o material do produto, o preço mesmo que em liqui, formas de pagamento, se tem mais desconto, se pode trocar. Tudo isso são pontos que você pode e deve avaliar antes de finalizar a compra. 

Depois de verificar seu armário, anotar o que acha que precisa, ter feito as pastas de referência e analisar o custo x benefício, se sim feche a compra, se não rola, reavalie as opções. 

O importante é ser consciente mesmo quando a gente acha que não dá pra ser. 😎

Bjs, Camis!



15 de maio de 2017

UM PAPO SOBRE ESTILO

 


Há uns dias estive conversando com uma amiga sobre a minha não definição de estilo. Afinal eu tenho todo tipo de roupa, desde as mais despojadas até as com mais cara de executiva. E foi nessa variância de peças que me peguei irritada por não conseguir me definir dentro de um único estilo. quem já viu isso.  

Meu questionamento é porque estamos vivendo uma era cheia de informações de moda, onde vemos todo o tipo de estilo, de peças, de lançamento e no final das contas, acaba que a maioria das pessoas está se vestindo da mesma forma. Não é?

E por eu ter as mais variadas peças, que ao seu juntarem podem até se tornar um look romântico, rocker, hippie, indie, minimalista e outros. Foi por isso que eu fiquei indagada com essa situação. Pensando se isso seria uma crise de identidade ou consumo demais. Mas no final das contas e ao dividir esse pensamento, percebi que a situação está assim por eu ser “eclética”, por gostar de tudo um pouco e acabar adquirindo uma versatilidade considerável de peças às vezes dá trabalho coordená-las entre si.

Se o estilo é uma maneira de dizer quem você é sem precisar falar, dependendo do que estiver usando, 1- podem achar que você é confuso (a). 2- podem achar que de fato você não liga para o que pensam e por isso usa de tudo e/ou 3- você é versátil e sempre está disposto a experimentar peças novas, inclusive aquela que virou a cara um dia.

A questão é: para transmitir informação de moda, segurança, conforto, versatilidade, de fato não é preciso se encaixar em um determinado estilo, mas sim usar aquilo que lhe faz bem. E se está todo mundo andando de forma parecida, você pode fazer algo diferente, pode customizar do seu jeito, acrescentar um acessório que alguém ainda não pensou, fazer um mix de estampas doido, mas que você se sente bem.

O importante é sempre passar a mensagem que importa pra você, seja ela independência, conforto, segurança, moda, informação, ousadia.


Só depende de você. Autoconhecimento é o principal caminho para obter seu próprio estilo. 

3 de fevereiro de 2017

ME FORMEI: Secretariado Executivo

Oi gente,

Este pode ser o primeiro de muitos posts de 2017 neste blog! Tomaraaa <33

Quem me acompanha nas redes sociais, já deve imaginar o que eu vou abordar aqui e quem é leitor das antigas também.

Em 2014 optei por cursar uma graduação que nunca tinha ouvido falar sobre, não sabia de sua existência, qual seria a finalidade do curso, o valor que teria que desembolsar anualmente, as instituições que tinham o curso, enfim, não sabia de nada. Foi por meio de um baita empurrão, diga-se motivação, que eu dei o braço a torcer e me inscrevi no vestibular, passei e fiz a matrícula, comecei a faculdade super empolgada como sempre fui com tudo, até que no meio do caminho bateu um baita desânimo, aquela vontade de desistir, era muita coisa na cabeça e só de pensar que o TCC estava chegando fazia tudo piorar e a minha crise de ansiedade só aumentava, mas graças a Deus e as boas pessoas que me rodeiam, consegui vencer essa fase.

Então depois de 3 anos de curso, mesmo com matéria preferida reprovada, aguentando trancos e barrancos e defendendo um TCC em trio com um tema que eu queria muito (Inteligência Emocional), eis que estou formada.

Foi um sonho que certamente veio do coração de Deus e talvez eu nunca entenda esse sonho, mas cá estou eu pronta pra exercer essa profissão de acordo com o código de ética que me fere e pronta para as próximas aventuras acadêmicas.

Seguem algumas de um dos momentos mais incríveis da vida até agora. 













Aquela equipe mara do TCC <3

Com carinho, Camis! 

Ah, se você tiver alguma dúvida sobre o curso, farei o possível para lhe ajudar. 

5 de janeiro de 2016

O que aconteceu no ano que passou?



Uma foto da vista de Ipanema pra se desculpar <3 

Já não me sinto mais tão íntima daqui e nem de vocês, chega a ser estranho até, não porque não goste mais desse espaço e dos que passam por aqui, mas pela falta de acesso e afinidade. 

Quando criei esse espaço há alguns anos atrás (lê-se 3 anos), criei em busca de mostrar ao mundo que é possível vestir-se bem gastando pouco, queria trazer acessibilidade em questão do que vestir, atualizar e transmitir tudo o que eu fazia, pensava e afins. Mas com o tempo, tudo o que estava ao meu redor foi me deixando bem desgastada, eu já não tinha e creio que ainda não tenho mais tanta paciência pra pesquisar assuntos bacanas pra postar pra vocês, já não conseguia mais lidar com tantas responsabilidades que a faculdade está me trazendo e tendo que me adaptar a tudo, incluindo o blog. Então, o jeito foi abrir do meu espaço, da minha escrita, dos posts e da vida que eu havia depositado aqui.

2014 havia sido um ano muito turbulento pra mim, só que 2015 veio com tudo de bom, veio colocando aos poucos a graça que não teve em sua maioria no 2014. 
2015 foi:

* um ano de muita risada
* de choros de muita saudade (do namorado quando viajava)
* foi o ano que conheci a família dele
* foi o ano que muitos amigos se casaram ♥ 
* foi o ano onde eu fui à praia somente uma vez por falta de tempo
* foi o ano em que em no começo eu repeti uma matéria específica na faculdade
* foi o ano em que no segundo semestre eu passei na matéria repetida com louvor, chamado 10
* foi o ano onde comecei a estagiar na área <3
* foi o ano que procurei uma nutricionista pra tentar mudar a alimentação e ainda estou tentando
* foi o ano que comecei a querer correr e está fluindo, ainda
* foi o ano onde me aproximei de amigos e esqueci outros porque já não me faziam bem
* foi o ano onde eu tive que lutar um pouco com a saúde 
* foi o ano onde eu fotografei poucos looks do dia :/
* e foi o ano onde menos escreve e isso me dói muito. 

A escrita sempre foi o meu ponto de refúgio, todos os meus sentimentos eram transferidos em palavras, eram mais fáceis de expressar, mas ainda assim quando se está com a cabeça cheia, é quase uma missão impossível conseguir traduzir tudo em palavras.

Por fim, 2015 foi um ano de luta, de muito aprendizado e de muito AMOR
E espero que 2016 seja ainda melhor e que a vida neste espaço volte a florescer.


Com amor, Camis!

Beijos no coração!

27 de abril de 2015

Ensaio fotográfico com o namorado.

Sim, é isso mesmo que vocês leram no título.
Eu e namorado decidimos nos presentear com uma sessão fotográfica divertida, espontânea e cheia de amor registrado através das fotos por uma amiga querida, a mesma que fez essas fotos aqui.
E assim foi, dia 02 de abril de 2015, quinta feira que antecedia o feriadão estávamos lá no Parque Lage com uma bolsa cheia de peças de roupas bacanudas. Dentro do coração uma expectativa de registrar o que mais queríamos, nosso amor em foto <33
É que assim, eu sou extremamente apaixonada por foto, namorado nem tanto, mas ele ficou mais empolgado do que eu para fotos ao ar livre, o que eu achei super bacana.
E semana passada recebi as fotos e decidi postá-las aqui, quem me segue no insta [@camis_ooliveira], já viu algumas que fui postando aos poucos.
Mas agora chega de enrolação e vos apresento a sessão de fotos entre namorados mais engraçada e de puro amor de todos os tempos <3



















E para finalizar, salvem esta data ♥

Como bem sabem que adoro uma foto, o DVD rendeu mais de 120 fotos, ou seja, coisa pra dedeu pra quem teve 2 horas para todos esses cliques e mudanças de roupas.

Espero que tenham gostado da ideia. Isso valeu a pena pra gente. Foi um gasto que nos trouxe uma grande recompensa, amor registrado, união, obter um pouco do outro e ó, algumas poses de tão empolgado que estava foram dele. No final, achei que ele não fosse topar a ideia da troca de roupa, mas ele topou e assim fizemos. O que acharam?


Beijos e até lindezas!  

9 de abril de 2015

Relatos do dia: parte III

E aqui estou eu para mais um texto da saga, tag ou seja lá o que é chamado os tais relatos que coloco aqui.

Depois de 2, lá vem o terceiro. Eu e uma análise do que vejo no dia a dia. Nada de mais, apenas uma pequena análise das coisas que vejo pelas ruas durante o meu trajeto - casa - estágio - faculdade - casa -,.  E se alguém não viu o outro deixarei os links abaixo no final deste. 

- Vi e vejo todos os dias pessoas ligadas no tecnologia no 100%,  no momento em que escrevo este texto, estou dentro de um trem onde vejo pelo menos umas 10 pessoas conectadas ao seu celular, verificando suas redes sociais.. 
- Neste mesmo trem vi gente que não parava de olhar lá pra fora peça janela do trem. Não sei o que se passa dentro de cada uma delas, mas passam um olhar de preocupação...

- Vi também uma senhora perceber que havia pegado o trem para o sentido contrário ao destino dela e ó ela saiu do trem para a plataforma seguinte sem reclamar e nem bater pé, viu?

- Neste instante que escrevo/escrevi escuto uma música chata, só que mais chato ainda é o tio que vende suas coisas no trem, mas precisa fazer a propaganda num microfone quero som sai mais alto que o volume do meu fone de ouvido.

- Ah, pra completar tem umbigo mau educado do meu lado que ou esqueceu o fone em casa ou não tem um real pra comprar um do camelô e tá ouvido áudio de sei lá quem bem alto. Mas eu acho que ele pode comprar um fone barato sim, tá carregando uma pochete consigo. PS: ele tá ouvindo alto, rindo atoa e todos olhando pra ele 😂😂😂😂

- Vi gente correr pra pegar um outro trem que chegava a plataforma porque estava extremamente atrasado e vi gente de dentro que eu estava, que estava esperando há muito tempo e se arrependeu de não ter pegado o outro que passou.

- Ah e eu vi uma menina de um lugar carente me dá tchaue sorrir enquanto eu olhava-a peça janela do bus, ela provavelmente estava na porta de casa tomando um sacolé, sim eu quase chorei com isso. 

1 de abril de 2015

Uma droga chamada: estereótipos

Ok, você pode está aí do outro lado se perguntando "será que essa menina não tem nada pra fazer às 23:00?" e eu te respondo no maior amor, sério. Sim, eu tenho, tenho trabalho da faculdade de marketing pra fazer, tenho que estudar 3 capítulos de arquivística, tenho que estudar inglês, fazer exercícios de espanhol, tô pensando em qual exposição ir pra fazer um mero trabalho de gestão e ainda preciso fazer uma pesquisa sobre um futuro artigo que quero fazer, ah e claro, dormir, é óbvio.

Ufa, acabou! Quer dizer, acabou por enquanto, porque eu sei que tem coisa pra chuchu ainda pra vir, chamada, provas!

Se você caiu de paraquedas aqui neste blog que vos escrevo de vez em sempre, quase nunca. Eu explico. O BNP para todos, é um blog íntimo, pessoal e quase que um diário online e é por isso que na maioria das vezes de uns meses pra cá que só se ver textos aqui, textos pra lá e pra cá, por todos os lados, com pouca frequência, porque a preguiça de pensar, mas de vez em quando, quando o ticoteco decidi funcionar e me dá uns temas assim eu decido escrever e assim aconteceu com este.

Estudei sobre estereótipos semestre passado em Comportamento Organizacional e entre esse título haviam muitos outros, mas eu acho que de todos esse é o que mais faz parte do meu dia a dia e com certeza do seu. Abaixo a definição da palavra!

Fonte da foto: Matéria da exame abril

Segundo o significados.com.br.  Estereótipo são generalizações que as pessoas fazem sobre comportamentos ou características de outros. Estereótipo significa impressão sólida, e pode ser sobre a aparência, roupas, comportamento, cultura etc.

Ou seja, estereótipo é tudo o que falamos, pensamos e achamos em relação a uma pessoa quando acabamos de conhecê-la, não é verdade? Alias, até mesmo antes de conhecer. Nós humanos, temos a tendência de pré-achar algo antes de conhecer alguém. Mas o pior está quando conhecemos a pessoa e achamos que esta por ser incluir agora em uma classe social [não me refiro apenas na questão financeira] nunca passou por alguma situação complicada e difícil, sinto lhe informar, mas todo mundo já passou algum perrengue na vida.

Características são únicas, mas tendemos a nos confundir quando queremos classificá-las em alguém, ou seja, se você conhece uma pessoa bonita, bem cuidada, que trabalha, se esforça pra ter aquilo que quer, tem um lar estruturado, uma renda boa e tantas outras coisas que batalhamos ao longo da vida pra ter. O nosso pensamento instintivamente é de que essa pessoa não é filho de nordestino [ó o estereótipo se manifestando aqui de novo], pensamos que ela não veio de uma família que obtinha necessidades, que os pais ralavam pra lhe dar algo. 

É engraçado como é a vida, esse nosso pensamento é tão fútil e ainda brigo comigo mesma quando penso coisas do tipo.

O que me fez repensar esse tema foi por conta de uma outra aula da faculdade que envolvia comunicação organizacional. É engraçado como algumas pessoas se assustam quando digo que sou filha de nordestinos, que sou a única menina da família toda por parte de mãe e de pai que está no ensino superior, que pensa em fazer intercâmbio, que gosta de estudar, que não se contenta com pouco, que quer ter um lar e por aí vai. 

E também se torna estranho quando você fala que seu pai vende churrasco e você percebe olhos estranhos, acham que isso é feio, é ilícito, é vergonhoso. Pois digo que não é, alias, como namorado diz, vergonhoso é matar, roubar, pecar, alias isso tá na Bíblia, né!

As vezes fico me perguntando onde nós humanos vamos parar com esses nossos pensamentos. O mais assustador foi um descendente de italiano falar que da família toda ele foi o único que não passou fome. 

Sabe gente, é tudo estereotipagem, mesmo que não saibamos, mas é. Temos o hábito de conceituarmos algo ou alguém sempre, mas infelizmente não conhecemos o verdadeiramente para saber sua real identidade. 

Que sejamos mais pensantes, ao invés de vivermos na base de achismos de estereótipos. 

Beijos, boa noite. 
Obrigada por virem sempre que dá aqui, gente!

E pra quem ainda não me segue no insta, ó não perca mais tempo e siga o melhor insta do mundo, huahuahua [@camis_ooliveira]

Inté!